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18/09/2014

Falar mal dos outros é a melhor maneira de fazer amizades.


É verdade: o veneno aproxima as pessoas. Se você perguntar a um grupo de amigos porque eles são amigos, eles provavelmente vão dizer que gostam das mesmas coisas e das mesmas pessoas. Mas desgostar das mesmas pessoas também é um fator bem importante. É o que aponta um estudo feito nas universidades de Oklahoma e do Texas (EUA).
Primeiro, os pesquisadores colocaram os participantes para lembrar de como nasceram suas amizades mais duradouras (e a maioria tinha sido compartilhando opiniões negativas sobre os conhecidos em comum). Depois, perguntaram sobre como eles agiam em relação às outras pessoas quando estavam com os três amigos mais próximos (e a tendência mais forte era falar mal do pessoal ao redor — tipo a sua turma falando mal do bumbum alheio na praia, sabe?).
Por fim, propuseram um teste que mostrou que se você conhece uma pessoa que faz as mesmasressalvas que você sobre o comportamento das outras pessoas (“ela fala alto demais”, por exemplo), as chances de você gostar dela são maiores. “Não é que a gente goste de não gostar das pessoas”, diz uma das autoras do estudo, Jennifer Bosson. “É que a gente gosta de conhecer pessoas que não gostam das mesmas pessoas”, explica.

28/07/2014

Respostas para 17 dúvidas comuns sobre a acne.

1. Qual a diferença entre a acne na adolescência e na fase adulta? 

Do ponto de vista clínico, nenhuma, já que as lesões são muito semelhantes. No entanto, a acne na adolescência é auto-limitada, ou seja, ao redor da terceira década tende a curar, sendo sua causa a condição genética propriamente dita. Já a acne adulta, é uma condição que, geralmente, é associada às questões hormonais, principalmente, alterações hormonais ovarianas, só se resolvendo mediante ao tratamento desta causa.  
2. Quais as principais razões para o aparecimento da acne na fase adulta? 

A principal são os cistos ovarianos. No entanto, o uso de medicamentos como anticoncepcionais, alguns antiinflamatórios, corticoides e, até mesmo, quimioterápicos, também podem ocasionar o início deste quadro. 
3. Como se forma a espinha? 

As espinhas (acne) se formam porque há o entupimento do ducto que drena para a superfície da pele o sebo produzido pela glândula sebácea. Esta rolha de ceratina é o chamado cravo, que em seguida inflama, deixando as lesões avermelhadas e pustulosas. A rolha é secundária à irritação do sebo que tem composição diferente (mais irritativa) do que de uma pessoa normal.
 

4. A herança genética influencia? Sim, sem dúvida. Filhos de pais com acne têm mais chances de apresentarem acne na vida que os filhos de pais sem acne. 


5. Quais são os graus de acne? 

São 5 graus: 
grau 1 - comedoniano: quando há o predomínio de cravos) 
grau 2 - pápulo-pustulosa; quando predomina pontos vermelhos e de pus 
grau 3 - cística: quando há o predomínio de cistos 
grau 4 - conglobata: quando há cistos e ductos pustulosos que se intercomunicam 
grau 5 - fulminante: quando há sintomas gerais, como febre, mal-estar e dores no corpo associados ao grau 5. 

6. Quem sofre mais: as mulheres ou os homens e por quê? 

Geralmente, as mulheres, devido à causa hormonal ovariana ser a principal causa desencadeante deste tipo de acne.  

7. Em qual área do corpo é mais comum o surgimento da acne na fase adulta? 

O surgimento da acne, geralmente, se limita à face, principalmente, na região mandibular. 

8. Quais são as opções para tratamento? 

Antes de tudo, tratar a causa: se for decorrente de cistos ovarianos, estes devem ser tratados; se for decorrente do uso de algum medicamento, este deve ser trocado. 

9. O que há de novo no tratamento da acne? 

Não há nada de novo. A nova tendência é a associação de retinóico sintético (adapaleno) com o agente que diminui a proliferação de bactérias (peróxido de benzoíla). 


10. Como é feito o tratamento? 

Sempre deve ser prescrito por um dermatologista, de acordo com a gravidade de cada caso. 


11. A alimentação pode influenciar? 

Cada vez mais, temos encontrado explicações na literatura que apontam para esta associação. Alimentos ricos em glicose e carboidratos, por estimularem a produção de insulina, parecem estar mais associados com esta piora. Neste sentido, o chocolate também participa de tal processo. 


12. O excesso de maquiagem pode levar à formação de espinhas? 

Sim, principalmente naqueles que já têm tendência à acne, pois fecha mais os poros, diminuindo a excreção do sebo.

13. E o uso indiscriminado de cremes, loções e protetores, ainda mais quando não são adequados ao tipo de pele, também podem favorecer o aparecimento da acne? 

Sim. 

14. Fumar também pode estar associado ao surgimento da acne?
Isto não está muito bem estabelecido, mas, atualmente, já existem algumas linhas de pesquisa que falam que o fumo, até mesmo a maconha, pode piorar o quadro de acne. 

15. Quando é necessário procurar outros especialistas (como endocrinologistas e ginecologistas) para tratar o problema? 

Sempre que houver suspeita de que a acne não seja uma condição genética exclusiva no paciente, mas sim, secundária a algum problema corporal, como alterações hormonais. 


16. Quais as recomendações (dicas para lavar, proteger e hidratar a pele) para que o tratamento seja mais eficaz (especialmente no caso de uso de cremes e pomadas)? 

Este deve ser prescrito pelo dermatologista, no ato de se indicar um tratamento, para que o uso seja compatível com os produtos indicados e, também, com o tipo de pele de cada um. 

17. O que a mulher com acne deve evitar? O que acentua ainda mais o problema ou pode desencadeá-lo? 

O uso de anticoncepcionais que não sejam específicos para o público de mulheres portadoras de acne. 

26/07/2014

Realmente faz mal ler após as refeições?

Não. Segundo os especialistas, essa é só mais uma crendice popular. "O pior que pode acontecer é uma sensação de sonolência, já que durante a digestão o fluxo sanguíneo se concentra no estômago", diz o oftalmologista Emílio de Haro Muñoz, da Unifesp. Esse estado de preguiça aparece principalmente após as refeições mais abundantes, como uma suculenta feijoada. "A concentração do sangue faz com que o fluxo no cérebro diminua, mas não causa nenhum prejuízo aos olhos", afirma Emílio. A duração dessa sensação varia de acordo com a digestão. "Comidas gordurosas digerem mais lentamente que alimentos leves; e mulheres têm digestão mais demorada que homens", afirma a gastroenterologista Sônia Letícia Lorena, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Se ler após as refeições está liberado, os médicos não recomendam a leitura durante a alimentação - o ideal é se concentrar apenas no ato de comer. Para isso, vale também conversar somente o necessário. "Não devemos falar muito enquanto comemos, para não ingerir muito ar. O gás ingerido causa dor e desconforto", diz Sônia. Outras lendas relacionadas à leitura pregam que ler com luz fraca ou usar computador por muito tempo estraga a vista. Na verdade, pode acontecer um cansaço visual, mas danos permanentes estão descartados.

O que causa as olheiras? Descubra Now!


A pele da pálpebra inferior é revestida pelo chamado tecido conjuntivo. Abaixo dele há uma camada de gordura que lhe dá sustentação e mantém a pele distendida. Quando essa camada adiposa diminui de tamanho, a pele fica ligeiramente enrugada, o que pode torná-la mais escura. "Para se ter uma idéia de como isso acontece, é só observar a pele que recobre a junta da parte interna que une o braço ao antebraço. Quando eles estão esticados, e, conseqüentemente, a pele também, a cor é mais clara. À medida que se dobra o braço, a pele enruga e se torna mais escura", explica o dermatologista Luiz Carlos Cucê, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Segundo ele, vários fatores biológicos podem provocar a diminuição da camada adiposa, ocasionando olheiras: hereditariedade, poucas horas de sono, constituição física (pessoas magras tendem a ter mais olheiras), cansaço físico ou mental e tensão emocional, entre outros.
Banha protetoraQuando a camada de gordura sob o olho diminui de tamanho surgem as olheiras
Se o tecido adiposo que sustenta a pálpebra inferior tiver seu tamanho reduzido, a pele enruga e escurece, formando a olheira

25/07/2014

Homens com testículos pequenos viram pais melhores, será? A ciência garante!

Homem sofre com essa coisa de tamanho. Pra piorar, apareceu outro motivo pra fomentar esse tipo de preconceito (só que com uma relação contrária): diz a ciência que homens com testículos pequenos viram pais melhores.
Quem descobriu foi o pessoal da Universidade Emory, nos Estados Unidos. Eles mediram os testículos de 55 homens com a ajuda de imagens de ressonância magnética. E também perguntaram a eles (e para as mães dos filhos deles) uma série de questões para analisar como se saíam na tarefa de pai. Além disso, escanearam o cérebro deles enquanto mostravam fotos dos pimpolhos.
Bem, os homens com os menores testículos levavam a melhor nas perguntas sobre paternidade. E quando olhavam as fotos de seus filhos, as regiões do cérebro associadas com empatia emotivação para cuidar dos pequenos eram mais ativas neles do que nos homens com testículos grandes.
Os pesquisadores não sabem explicar por que esses rapazes viram pais melhores. De qualquer forma, antes de escolher o pai dos seus filhos, talvez seja bom dar uma conferida…

Álcool deixa seu ofalto mais aguçado.


Algo dentro do seu cérebro se apaga durante a bebedeira. E nem é a memória (nesse caso). A ciência não sabe dizer ao certo qual é essa região, mas esse apagão é capaz de fazer com que você sinta melhor o cheiro das coisas.
Pois é. A pesquisa vem lá do pacífico país de Israel. Yaara Endelvet e um grupo do Instituto de Ciência de Rehovot quiseram testar essa hipótese. Para isso 20 voluntários tiveram de cheirar três líquidos – dois deles eram exatamente iguais, compostos pelos mesmos seis odores. Já o outro era quaaaase igual, um único odor o diferenciava das outras misturas. E a tarefa dos participantes era descobrir quais dos líquidos eram iguais.
Depois dos seis primeiros testes, os pesquisadores dividiram o grupo em dois: sem saber de nada, metade tomou um suco de uva com 35 ml de vodca, enquanto a outra parte só ficou no suco, sem nenhuma adição de álcool. E não é que o pessoal levemente embriagado se saiu melhor nos testes?
A ideia da israelense é refazer os testes com a ajuda de exames de ressonância magnética – assim ela descobrirá, enfim, qual é a tal área que se apaga e melhora nosso olfato. Não entendeu aonde ela quer chegar com isso? Ela explica: “Se soubéssemos mais sobre o mecanismo que causa essa inibição, isso poderia nos ajudar a descobrir por que algumas pessoas perdem o olfato”.
(Via The Mary Sue)

24/07/2014

Pessoas com depressão tendem a buscar alvos abstratos – e isso não é bom.

Os objetivos que nós temos influenciam muito a nossa felicidade. E um novo estudo do Instituto de Psicologia, Saúde e Sociedade da Universidade de Liverpool, na Inglaterra, trouxe alguns esclarecimentos sobre esse tema.
Os pesquisadores, liderados pela psicóloga Joanne Dickson, pediram a voluntários com e sem depressão que fizessem uma lista de objetivos pessoais que gostariam de alcançar em um prazo curto, médio e longo. Depois, os alvos foram categorizados de acordo com quão específicos eram. “Ser feliz”, por exemplo, é algo geral, enquanto algo como “escrever duas páginas de Word por dia” é um alvo bem mais específico.
Os resultados mostraram que, embora tanto os voluntários que tinham depressão quanto os que não tinham a doença tenham listado o mesmo número de objetivos, os depressivos listaram alvos que não só eram mais generalistas, mas também mais abstratos. Além disso, esse grupo tinha propensão muito maior a dar motivos não específicos para alcançá-los.
“Nós sabemos que a depressão está associada a pensamentos negativos e a uma tendência a generalizar demais a coisas, especialmente em relação a si mesmo e às suas memórias do passado”, diz Joanne Dickson. “Este estudo, pela primeira vez, mostrou que essa característica também engloba objetivos pessoais”, completa.
O problema disso é que ter metas muito amplas e abstratas pode manter e agravar a depressão. “Nós descobrimos que faltava foco nos alvos que as pessoas com depressão clínica listaram,tornando mais difícil a sua realização e, assim, gerando cada vez mais pensamentos negativos”, diz a autora. Não é difícil entender o porquê: metas ambíguas são mais difíceis de se visualizar, o que, por sua vez, pode levar a uma redução da expectativa de realizá-las – o que resulta em menor motivação. Em outras palavras: você não sabe exatamente o que quer, nem por que quer, só tem uma ideia geral. E esse negócio é tão nublado que você não consegue realmente se ver lá, então se desanima e nem tenta muito. Só que aí, vendo que a coisa realmente não está rolando como queria, você fica ainda mais desanimado – e vai se esforçar ainda menos. O resultado é um ciclo de negatividade que só vai piorando e, para os depressivos, é especialmente difícil escapar dele.
Para os pesquisadores, esses resultados podem favorecer o desenvolvimento de novas formas eficazes de tratamento da depressão. “Ajudar as pessoas deprimidas a definir metas específicas e gerar razões específicas para a realização do objetivo pode aumentar suas chances de realizá-los, o que poderia quebrar esse ciclo de negatividade”, diz Dickson.

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