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25/07/2014

Por que Mineiros são diferentes?


Ser Mineiro é não dizer o que faz, nem o vai fazer,
é fingir que não sabe aquilo que sabe,
é falar pouco e escutar muito,
é passar por bobo e ser inteligente,
é vender queijos e possuir bancos.



Um bom Mineiro não laça boi com imbira,
não dá rasteira no vento,
não pisa no escuro,
não anda no molhado,
não estica conversa com estranho,
só acredita na fumaça quando vê o fogo,
só arrisca quando tem certeza,
não troca um pássaro na mão por dois voando.

Ser Mineiro é dizer "uai", é ser diferente,
é ter marca registrada,
é ter história.
Ser Mineiro é ter simplicidade e pureza,
humildade e modéstia,
coragem e bravura,
fidalguia e elegância.

Ser Mineiro é ver o nascer do Sol
e o brilhar da Lua,
é ouvir o canto dos pássaros
e o mugir do gado,
é sentir o despertar do tempo
e o amanhecer da vida.

Ser Mineiro é ser religioso e conservador,
é cultivar as letras e artes,
é ser poeta e literato,
é gostar de política e amar a liberdade,
é viver nas montanhas,
é ter vida interior,
é ser gente.



24/07/2014

Minas Gerais perde mais uma!


Aos fanfarrões de plantão, que pensam que o lugar mais longe do mar fica em MG, não fica em Minas Gerais, até porque Cabo Frio é logo ali. O ponto mais distante de um oceano fica na China. Mais precisamente, no deserto de Dzoosotoyn Elisen, no extremo noroeste da província autônoma de Xinjiang. Está localizado a 2.648 km do mar.
Por ser o local mais distante do oceano, ele é chamado de “polo de inacessibilidade”. Trata-se de uma região árida circundada por altas montanhas. “Tais adversidades físicas desencorajaram a ocupação mais intensiva dessa região, que constitui um expressivo vazio demográfico”, explica o professor do departamento de Geociências da Universidade Federal de Juiz de Fora Roberto Marques Neto. Em miúdos, não tem viva alma por lá.
Dzoosotoyn Elisen é um lugar para caras durões. Ele faz parte de um cinturão desértico ao norte do Himalaia, a cordilheira mais barra-pesada do planeta. O oceano mais próximo, para piorar, nem é o esverdeado e paradisíaco-em-diversos-pontos Índico, mas Glacial Ártico. Para chegar até lá, você precisa atravessar o vasto território russo. Quase tão tranquilo quanto a fila da tirolesa no Rock in Rio 2013.

Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/oraculo/category/geografia/

Robôs de Minas Gerais.

Dentro da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), um grupo de pesquisadores se empenha na criação e no desenvolvimento de robôs. Mas o que diferencia a equipe da universidade mineira de várias outras é o que acontece com os robôs depois que ficam prontos: eles enfrentam outros robôs criados por outras equipes mundo afora em batalhas épicas.
A equipe Uai!rrior foi formada em 2001 pelo professor Tales Cleber Pimenta e por alunos de diversos cursos de engenharia e ciências da UNIFEI. Mas, naquela época, o grupo era conhecido como “Equipe Scorpion”. A missão era desenvolver máquinas para várias modalidades de combate entre robôs. Logo no primeiro ano do projeto, a equipe participou de uma competição em Campinas e venceu os times de robótica da USP, da Unicamp e do ITA. Era um sinal de que estavam no caminho certo.
Com o estímulo da vitória, a equipe foi ainda mais fundo nos estudos de robótica. De lá para cá, o nível das competições aumentou e o time precisou evoluir na construção das máquinas. A sucata – matéria-prima dos primeiros robôs – foi substituída por materiais sofisticados como alumínio aeronáutico e aços especiais utilizados em blindagem de tanques de guerra. As batalhas também inspiraram o novo nome da equipe, que faz um trocadilho com a expressão mineira “uai!” e a palavra warrior (guerreiro, em inglês).
Em 13 anos, a equipe Uai!rrior acumula vários títulos. Eles são pentacampões brasileiros e bicampeões mundiais no hóquei de robôs (sim, essa competição existe e é incrível!). Não para por aí. De acordo com Jorge Augusto Costa Junior, Capitão Geral da equipe, os títulos que mais marcaram foram o campeonato mundial de combate, conquistado em 2013 em uma campanha sem derrotas, e o campeonato nacional alcançado na edição de 2014 da Campus Party. O robô General, que pesa 55kg, foi a estrela dessa competição. E ainda ajudou o time a levar para casa o primeiro lugar do STEM Tech Olympiad, campeonato mundial que rolou em Miami em março e abril deste ano.
Dá para ver que a equipe Uai!rrior não veio para brincadeira. Mas o que ela tem que as outras não têm? “Acredito que nosso maior diferencial é que, além de irmos para a competição para competir, ajudamos a competição e a robótica a evoluir”, diz Jorge. “Pensamos além da competição. Muitas vezes ajudamos as outras equipes a ‘fechar’ seus robôs para lutarem contra nossa equipe. O importante é colocar a tecnologia a prova. É evoluir”, completa.
Para o capitão do time, a palavra de ordem é inovação. O General é o único robô do mundo com um sistema de lança-chamas e um sistema de arma ativa. Além disso, a Uai!rrior é uma das poucas equipes que também desenvolve a própria placa eletrônica para o controle dos robôs. O problema é que as novidades custam caro. Para financiar o desenvolvimento das máquinas de combate, a Uai!rrior recebeu apoio de patrocinadores e parceiros. A equipe também recebe verba do governo de maneira indireta: o investimento chega para a universidade, que divide o dinheiro entre os departamentos de acordo com regras próprias. Nem sempre o dinheiro dá para tirar do papel todas as ideias da equipe. Mas ainda há espaço para o otimismo. “Acredito que logo o investimento nessa área será maior, já que estamos conseguindo mais espaço na mídia nacional e mundial. Logo estaremos sendo vistos com outros olhos” diz Jorge.
Conheça o site: Equipe Uai!rrior

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