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25/07/2014

Como fazer com que as empresas ouçam suas reclamações.


Conte seu problema no Facebook

As empresas odeiam feedbacks negativos em suas páginas. Por isso, um post bem localizado no Facebook pode ser respondido em minutos. Faça um printscreen também porque, se a sua reclamação for deletada, você poderá fazer ainda mais alarde!

Grave um vídeo

Depois de reclamar pelas formas convencionais, o procurador Oswaldo Borrelli gravou um vídeo e postou no YouTube seu desabafo com uma empresa, que demorou meses para consertar sua geladeira. O vídeo conquistou tanta repercussão que o assunto virou trending topic no Twitter e ele, enfim, ganhou uma geladeira nova.

Insista muito no twitter

Usar o twitter pode ser útil, já que as empresas não têm como deletar os seus posts. Direcione a sua raiva para a @conta da companhia, use uma #hashtag inteligente e não pare - vá fazendo novos comentários até ter uma resposta. Já funcionou com empresas, livrarias, lojas de eletrônicos etc.

Vá direto ao atendimento on-line

O Serviço de Atendimento ao Cliente normalmente possui 3 canais: telefone, e-mail e atendimento on-line (webchat). Dê uma chance ao webchat, pois os atendentes costumam ser mais bem treinados e têm mais condições de ajudar você.

Escreva para os sites de reclamação

Procure sites como o reclameaqui.com.br, que, além de publicar a queixa, notificam as empresas do problema. Eles têm também rankings das companhias que mais dão dor de cabeça e demoram para responder.

Apele para o chefe

Serviços regulados pelo governo federal possuem agências que fiscalizam a atuação das empresas, como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Falar com elas pode ajudar, já que as agências podem multar e suspender a prestação do serviço da empresa.

Fontes: Karina Alfano, gerente de relacionamento do Idec; Felipe Lins, advogado; Renan Feracciolli, diretor de fiscalização do Procon-SP



7 dicas para sumir da internet, proteger sua privacidade e passar menos tempo online.

1) Você e o Google
Você já teve a curiosidade de ver a quantidade de resultados que aparecem quando você digita o seu nome no Google? Para proteger sua privacidade, saiba que não é uma boa ideia deixar seu nome completo na web. Muitas informações, como seu RG e CPF, podem ser levantadas apenas usando seu nome completo. Por outro lado, de um resultado das buscas você não irá se safar: basta passar no vestibular que inevitavelmente seu nome é indexado pelo Google. O que fazer? Se você deseja se tornar menos rastreável, passe a usar apenas seu primeiro nome ou um nick. Evite assinar seu nome completo em comentários de blogs ou sites de compra online, e crie usernames diferentes para cada perfil que você possui.
2) De olho na sua opinião e no seu e-mail
Que as empresas estão de olhos no que você pensa é notícia velha. Atualmente, além de comunidades no Orkut, que estabelecem um contato mais aberto com o consumidor, existem até alguns sites que observam o que as pessoas mundo afora andam sentindo – como o Tweetfeel, que avalia em tempo real o comportamento dos usuários do Twitter. Fontes ligadas a agências de marketing de guerrilha informam ainda que  algumas marcas utilizam os e-mails encontrados nas redes sociais e sites de compra para cadastramento em mailings – ou seja, mais spam para a sua caixa de entrada.
3) Seja menos virtualmente sociável
Por essa você já esperava, é claro, mas vamos frisar: se você quer mais privacidade e reduzir drasticamente o tempo que você gasta na internet, um bom jeito de fazer isso é banir as redes sociais da sua vida. Deixe claro para os amigos e contatos mais próximos que você ainda existe, apenas não quer se expor na web. Ofereça seu telefone ou um (apenas um!) e-mail de contato para emergências. Afinal, como é que as pessoas interagiam antes da internet? É, por telefone!
4) Nada de 1001 e-mails e senhas
Sejamos práticos: por que você precisa de três contas de e-mail? Encaminhe tudo para apenas um endereço – de preferência, pouco divulgado – e reduza seu tempo online. Aproveite para apagar mensagens antigas, afinal, você sabe que pode perder horas vasculhando nostalgicamente os primeiros PowerPoints guti-guti que recebeu. Aproveite a sessão descarrego e retire-se de listas de discussão e newsletters.
5) Livre-se dos spams
Uma pesquisa feita pela empresa McAffee calculou que, em 2006, os americanos gastavam cerca de 40% do seu tempo online deletando spams. Hoje em dia, apesar de estarmos menos expostos a essa praga virtual por e-mail, temos que lidar com ela em todos os lugares. Se você não quer passar um tempo precioso da sua vida eliminando porcarias que chegam até você, aí vão algumas dicas.
Antes de mais nada, procure o sistema anti-spam do seu e-mail e fique atento ao que você acessa na web. Mas se sua preocupação é ter um e-mail menos visado, existem outras opções. Uma delas é o spamgourmet, que cria e-mails descartáveis para despistar spammers. Funciona assim: você cadastra seu e-mail pessoal no site e, a partir daí, pode criar contas fake que selecionam mensagens suspeitas. Outra ferramenta doida é o Dodge It, um sistema de e-mails que não exige senha. Sim, é isso mesmo: qualquer pessoa pode acessar suas mensagens caso conheça o endereço eletrônico. Segundo o site, o servidor dificilmente é rastreado por listas de spammers, além de ser um ótimo jeito de se policiar em relação a seus e-mails. O serviço também tem uma versão paga, que fornece senha.
Você ainda pode colaborar com o mundo anti-spam: encaminhe as mensagens mal-intencionadas para o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil, o CERT. O site faz um levantamento de todos os spams que circulam pela internet brasileira e estuda maneiras de eliminá-los.
6) Livre-se dos spams que você pede para receber
Essa é para os mais fortes: cancele cadastros em sites de compra online. Você irá se livrar daquela porrada de e-mails que você recebe toda semana informando a melhor promoção dos últimos tempos da última semana. Para completar, peça aos seus amigos para mandarem mensagens para você apenas com cópia oculta, para impedir que seu endereço circule entre desconhecidos. E tome uma atitude drástica: abandone os fóruns e peça aos seus 15 amigos para te retirarem daquela corrente de e-mails em que todo mundo dá “reply all” há anos. Quanto mais básicas forem suas necessidades na internet, menos tempo você gastará nela. Ah, a liberdade!
7) Cuide bem do seu computador
Se você não quer ver seus dados e arquivos espalhados pela web, é essencial tomar cuidado com a segurança do computador. Atualize sempre seus sistemas de anti-vírus e spyware, não bobeie com senhas e logins, mantenha-se informado sobre o status do seu IP e crie o hábito de limpar os cookies do navegador. Aliás, Firefox e Explorer são alvos freqüentes de hackers e programas mal-intencionados, então pode ser o caso de optar por outro browser menos popular.

24/07/2014

Site ajuda a identificar a veracidade de vídeos postados no Youtube.

Já viu um amigo compartilhar um vídeo no Facebook, clicou e percebeu que era falso? Pior do que isso: o amigo colocou o vídeo na rede social jurando que estava mostrando algo verdadeiro e novo. Com a quantidade de informações publicadas todos os dias, as notícias fakes passam despercebidas por muitos de nossos colegas.
Algumas são produzidas para divertir e criticar, mas acabam atrapalhando e se tornando uma armadilha para quem trabalha com reportagens, os jornalistas. Por conta disso, a Anistia Internacional criou um site que ajuda repórteres e também defensores dos direitos humanos a identificar se vídeos postados no YouTube mostram informações atuais e verdadeiras.
O citizenevidence.org possui um guia passo a passo para checar a veracidade dos materiais compartilhados na plataforma do Google. Ao responder uma série de perguntas, os usuários do site saberão se o vídeo tende a ser verdadeiro ou não. O portal tem ainda conteúdos que dão dicas de como extrair áudios dos vídeos, fazer o download e determinar o local exato de onde foi feito o upload dele.

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