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29/09/2015

Em tempo de crise, meninas levam a melhor!



Em tempos econômicos difíceis, os pais favorecem financeiramente as filhas em vez dos filhos. Isso é o que mostra um estudo da Universidade de Minnesota. As meninas receberam preferência na matrícula em programas de benefícios, no recebimento de títulos de ações do tesouro e na divisão dos bens de ativos para descendentes.
"Quase todos os pais dizem que não favorecem um dos filhos, mas as recessões econômicas subconscientemente levam os pais a preferir as meninas aos meninos", disse Kristina Durante, principal autora do estudo.
O experimento foi assim: 629 participantes liam uma notícia que descrevia a economia em três situações - melhorando, piorando ou neutra. Em seguida, eles eram convidados a redigir um testamento dividindo seus bens entre um filho ou uma filha.
Aqueles que leram notícias negativas sobre a economia, destinaram cerca de 60% dos seus recursos para a menina. Em condições econômicas estáveis, a divisão entre os dois filhos ficou equilibrada.
"Estes resultados nos seres humanos está alinhado com o comportamento de outros animais", afirma Vladas Griskevicius, outro integrante da pesquisa. "Quando os recursos são escassos, os pais preferem as fêmeas, porque eles têm uma recompensa reprodutiva maior. Quase todas as crianças do sexo feminino vão produzir alguns descendentes."

Na história, também foi assim

Para contextualizar os resultados, os pesquisadores examinaram a relação entre o PIB americano e os gastos com meninos e meninas, entre 1984 e 2011. Eles descobriram que, quando a economia estava mal, a proporção de gastos com meninas aumentava 20% por cento em comparação aos tempos de fartura.

31/08/2014

3 estudos científicos para fazer você gostar de ser pobre.

Fim de mês. É provável que todo seu dinheiro já tenha se esgotado e você esteja contando os dias para receber o próximo pagamento. Dureza. Ah, se a vida fosse diferente, com dinheiro para torrar onde você bem entendesse – em viagens, restaurantes, festas… Parece bom? Nem tanto. Deixe essa ganância de lado e confira três estudos científicos que comprovam: ter dinheiro é coisa de gente chata e malvada.
POBRES SÃO MAIS BONZINHOSEles são mais capazes de sentir empatia e “ler” as emoções alheias do que os ricos. Foi o que demonstrou um estudo das universidades da Califórnia e de Toronto. Os voluntários mais pobres tendiam a ser mais legais com o próximo. Essa generosidade toda tem a ver com as dificuldades financeiras que eles enfrentam – e a forma como se ajudam para sair dessa. Como passam longos períodos sem dinheiro ou emprego, precisam sempre recorrer à força das relações interpessoaispara sobreviver. Não é à toa que…
PESSOAS LEGAIS GANHAM MENOS DINHEIROEm outro estudo, pesquisadores analisaram dados sobre profissão, salário e personalidade de 10 mil trabalhadores ao longo de 20 anos. Eles vasculharam a vida alheia para descobrir se havia uma relação entre vida financeira e caráter. E existe: os homens legais (gentis, cordiais e prestativos) ganham 20% menos por ano que os chatos (em média, 10 mil dólares a menos). As mulheres chatas também levam a melhor: ganham 2 mil dólares a mais por ano. A suspeita dos pesquisadores é que as pessoas mais bacanas não costumam insistir tanto na hora de negociar salários mais altos – já os chatos ficam lá argumentando e argumentando… Mas tudo bem, gente do bem, existe ainda outro lado bom em ter pouco dinheiro:
DÍVIDAS AUMENTAM A AUTOESTIMAPelo menos até os 30 anos isso dá certo. Pesquisadores americanos cruzaram dados financeiros e psicológicos de mais de 3 mil jovens e identificaram um padrão: quanto mais dívidas, maior a autoestima. É que comprar o que deseja na hora que bem entende faz você se sentir bem. E aos 20 e poucos anos você pensa que ainda tem a vida inteeeeira para pagar essas dívidas e que, em poucos anos terá mais dinheiro para quitar isso tudo. Só que, lá pelos 30, você percebe que não tem tanta grana quanto imaginava que teria… aí chega a fase deprê das dívidas.
Tá vendo, ser duro de grana é bom também. ;)

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